O Ministério da Justiça e Direitos Humanos são-tomense e a Universidade do Minho (UM), de Portugal, assinaram um protocolo de cooperação para a criação de uma escola de formação de magistrados e de funcionários da administração pública.
O protocolo, assinado pelo ex-reitor da UM, António Cunha, e pelo ministro Roberto Raposo, surge no âmbito da reforma do sector judiciário em São Tomé e Príncipe. O acordo é um primeiro passo para a institucionalização da escola de formação de magistrados e funcionários da administração pública em que a UM participa com o envio de docentes. Também presente na cerimónia, a presidente da Escola de Direito da UM, Clara Calheiros, salientou a importância do projecto de formação dos magistrados e quadros da administração pública e de apoio à actividade legislativa. Com a assinatura deste acordo, o governo são-tomense pretende responder aos anseios de uma justiça mais célere e em que as leis não devem estabelecer barreiras entre ricos e pobres.


















O Ministério da Justiça e Direitos Humanos são-tomense e a Universidade do Minho (UM), de Portugal, assinaram um protocolo de cooperação para a criação de uma escola de formação de magistrados e de funcionários da administração pública.
O protocolo, assinado pelo ex-reitor da UM, António Cunha, e pelo ministro Roberto Raposo, surge no âmbito da reforma do sector judiciário em São Tomé e Príncipe. O acordo é um primeiro passo para a institucionalização da escola de formação de magistrados e funcionários da administração pública em que a UM participa com o envio de docentes. Também presente na cerimónia, a presidente da Escola de Direito da UM, Clara Calheiros, salientou a importância do projecto de formação dos magistrados e quadros da administração pública e de apoio à actividade legislativa. Com a assinatura deste acordo, o governo são-tomense pretende responder aos anseios de uma justiça mais célere e em que as leis não devem estabelecer barreiras entre ricos e pobres.


















